Artigos da Tag estupidez

6
out

Sandices veganas, I

por Nogueira em 06.out.2015 | Tags:  , , ,  

Algo muito impressionante e mesmo divertido é a abjeta ideia de que os seres humanos sejam feitos para comer vegetais e apenas eles. Como se os humanos fossem adaptados pela evolução biológica, dos tempos do mais remoto hominídeo até agora, com um organismo herbívoro, tal um cavalo ou um bode. É evidente que apenas uma mente com uma inteligência tipicamente bovina poderia advogar tal sandice. Ela implica uma impossibilidade: o desenvolvimento dos humanos, desde o paleolítico, como consumidores de vegetais e apenas deles. Ora, é como se a agricultura em sua origem precedesse a caça e as atividades coletoras e, que em vários momentos eram impossíveis: a ocupação dos ancestrais humanos de localidades de clima temperado a frio impediu a coleta de alimentos de origem vegetal e tais antepassados eram relegados obrigatoriamente ao consumo de alimentos de origem animal especialmente nos invernos e nas eras glaciais.



2
mar

A burrice é infinita

por Nogueira em 02.mar.2013 | Tags:  , ,  

A burrice humana é infinita
 

Prova cabal da infinitude da estupidez humana. Via.



13
fev

Garrafada

por Nogueira em 13.fev.2013 | Tags:  ,  

Garrafada

A estupidez humana é infinita.
Via Humor Train.



7
mar

Estupidez para o Nobel da Paz

por Nogueira em 07.mar.2011 | Tags:  , , ,  

Se nerds italianos da revista Wired defendem a Internet, é legítimo defender a estupidez nas suas variadas formas, da idiotice pura e simples à burrice, daí para os mais altos patamares de cretinice até chegarmos ao arquétipo ideal do estúpido. Ora, poderão objetar que a estupidez é abstrata, que é uma mera ideia.

Ora, não é este o caso: o fato é que a Internet não é humana, tampouco é uma instituição, não há quem possa representá-la. A internet é similar às redes de transmissão elétrica: uma coisa enorme, multifacetada e amorfa, uma ferramenta humana tal e qual os sistemas de oleodutos e gasodutos existentes mundo afora. Só que a internet não é apenas um conjunto de cabos ou de tubos que visam distribuir algo, energia elétrica, óleo combustível ou gás. Para além dos cabos, há servidores, sítios, comunicação ponto a ponto, e os usuários enviando e produzindo dados: é uma rede de distribuição com múltiplos fluxos. É algo mais amorfo, mas definível, pois é possível dizer como funciona, quais são suas partes. Mas não é possível lhe dar forma ou personalidade, não é uma instituição, ela não será jamais personificada.

E o mesmo sucede com a estupidez. Por mais que ela seja comum — afinal, nosso vizinho, chefe, sogra, etc., podem ser tremendos imbecis — ela não tem um ente que a represente legitimamente. Não há o estúpido ideal em carne e osso, embora possamos elencar um vasto número de canditados ao posto, não é possível chegar à estupidez em termos concretos, isto é, em uma pessoa que a represente sem margem para a dúvida. E com a internet segue-se algo parecido.

Daí que a proposição “Estupidez para o Nobel da Paz” é legítima. Na verdade, muito mais legítima — mesmo considerando que ambos os candidatos tenham algo de surreal—, afinal de contas a internet existe há pouco tempo, coisa de quinze, vinte anos ano máximo. A estupidez não. Acompanha os humanos desde que éramos quadrúpedes. Tem muito mais história e representatividade, esteve presente em todos os momentos cabais da história da humanidade, e não precisamos ir longe: imagine se Hitler não fosse um tremendo imbecil em termos de estratégia? Os nazistas poderiam ter ganhando a Segunda Guerra! Temos então um argumento insuperável em favor da estupidez contra a internet.

É fato: ela foi indiscutivelmente muito mais importante para a paz mundial.  O que também é indiscutível é o caráter nonsense da indicação ao prêmio Nobel. E parece que ninguém percebeu, pela quantidade de resultados de pesquisa no Google da sentença “internet indicada ao prêmio Nobel da paz”, o insólito da indicação.